segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Catálogos do Museu Oscar Niemeyer a preço de banana

Foi em alguma esposição que adorou no MON e estava duro para comprar o catálogo? Então se Liga! :-)




Começa Semana do Catálogo no Museu Oscar Niemeyer

A partir da próxima terça-feira (17) até domingo (22), o Museu Oscar Niemeyer realiza a 5ª. Semana do Catálogo, das 10h às 19h. São 70 títulos, de publicações dirigidas a estudantes, utilizadas para a Ação Educativa, a catálogos de exposições exibidas no Museu. Os preços variam de R$ 1,00 a R$ 40,00 e, para alguns títulos, a promoção chega a 80% de desconto, em relação ao preço de tabela. Os livros estarão sendo comercializados em um quiosque, localizado em frente à Loja da instituição, destinado exclusivamente a essa finalidade.
Confira abaixo a relação de títulos em promoção. 

Catálogos
De
Por
A Arte da Tapeçaria
 R$    60,00
 R$    30,00
A arte de Cuba
 R$    50,00
 R$    20,00
A Primeira Missa no Brasil
 R$    30,00
 R$    10,00
A Poética da Forma
 R$    30,00
 R$      2,00
Ado Malagoli - Matéria e Cor
 R$    30,00
 R$    10,00
Anni e Josef Albers
 R$    80,00
 R$    30,00
Antigas Origens
 R$    40,00
 R$    10,00
Aquisições MON - Obras do Acervo
 R$    13,00
 R$      2,00
Arte do Japão
 R$    50,00
 R$    10,00
Arte Moderna em Contexto
 R$    30,00
 R$    10,00
Autocromos Lumière
 R$     50,00
 R$    10,00
Bacon, Freud e Moore
 R$    35,00
 R$    10,00
Bernie DeChant
 R$      1,00
 R$      1,00
Brennand
 R$    95,00
 R$    20,00
Bruno Lechowski
 R$    25,00
 R$    10,00
Cícero Dias
 R$   100,00
 R$    30,00
Cildo Meirelles
 R$    40,00
 R$    20,00
Daniel Senise
 R$    45,00
 R$    10,00
Djanira
 R$    40,00
 R$    10,00
Emanoel Araújo
 R$    70,00
 R$    20,00
Estanislau Traple
 R$    25,00
 R$    10,00
Ex-votos
 R$    15,00
 R$      5,00
Farnese - Objetos
 R$    55,00
 R$      5,00
Franco Giglio
 R$    25,00
 R$    10,00
Guido Viaro
 R$    50,00
 R$    30,00
Guignard
 R$    40,00
 R$      5,00
Helena Wong
 R$    25,00
 R$    10,00
Ianelli
 R$    80,00
 R$    20,00
Iberê Camargo
 R$    50,00
 R$    20,00
Joaquim Torres Garcia - Aladdin
 R$    40,00
 R$    10,00
Josué Demarche
 R$    40,00
 R$    10,00
Kurt Schwitters
 R$    90,00
 R$    20,00
Lasar Segall
 R$    70,00
 R$    20,00
Livro Museu Oscar Niemeyer
 R$   100,00
 R$    40,00
Louis Eugene Boudin
 R$    30,00
 R$     5,00
Luiz Carlos de Andrade Lima
 R$    25,00
 R$    10,00
Maria Bonomi
 R$    45,00
 R$    10,00
Missão Artística Francesa
 R$    30,00
 R$    10,00
Museu Bispo Arthur do Rosário
 R$    95,00
 R$    20,00
Negras Memórias
 R$    40,00
 R$    20,00
Niobe Xandó
 R$    50,00
 R$    10,00
Nise da Silveira
 R$    60,00
 R$    30,00
Odorico Tavares
 R$  110,00
 R$    30,00
Oscar Niemeyer Brasileiro Cidadão
 R$    5,00
 R$      2,00
Oscar Niemeyer - Minha Arquitetura
 R$  100,00
 R$    30,00
Oscar Niemeyer - Trajetória e
Produção Contemporânea 1936-2008

 R$    50,00
 R$    30,00
Pablo Atchugarry
 R$   100,00
 R$    10,00
Paisagem: Entorno e Retorno
 R$    45,00
 R$    20,00
Pancetti
 R$    40,00
 R$    10,00
Pilar Ovalle
 R$    40,00
 R$    10,00
Portinari
 R$    40,00
 R$    20,00
Rembrandt
 R$    60,00
 R$    30,00
Roy Lichtenstein
 R$    35,00
 R$    10,00
Samico
 R$    35,00
 R$    10,00
Sant'Ana
 R$    25,00
 R$    10,00
Seis séculos da Arte da Gravura
 R$    75,00
 R$    20,00
Soto
 R$    40,00
 R$    20,00
Tarsila do Amaral
 R$    50,00
 R$    20,00
Theodoro de Bona
 R$    25,00
 R$    10,00
Tomie Ohtake
 R$    80,00
 R$    20,00
Uma Aventura Moderna – Coleção Renault
 R$    20,00
 R$    10,00
Volpi
 R$    70,00
 R$    30,00
Wotan Brugnera
 R$    25,00
 R$      5,00
Yolanda Mohalyi
 R$    50,00
 R$    10,00


Outras publicações
De
Por
Envelope de Atividades Torres Garcia
 R$      6,00
 R$      2,00
Caderno do Professor Torres Garcia
 R$      3,00
 R$      2,00
Caderno do Estudante Torres Garcia
 R$      9,00
 R$      2,00
Caderno do Estudante Oscar Niemeyer
 R$     10,00
 R$      2,00
Caderno do Olhar Oscar Niemeyer
 R$     10,00
 R$      5,00
Kit Educativo Tarsila do Amaral
 R$     15,00
 R$      5,00

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Rubrica opina: Espetáculo Pequenas Epifanias


Depois de tanto falar do espetáculo, fui conferir. Se você não conseguir assistir até domingo, inclua na sua listinha de espetáculos do Fringe do ano que vem (Mostra paralela do Festival de Curitiba)


A locomoção  árdua

Quase surtei esperando o ônibus (como pode um ônibus que chama-se ligeirinho não chegar em 30 minutos?), no desespero resolvi fazer a Angélica (Aiiiiiiiiii que beeeeeeecha isso, me senti a Angel Inoue do Aqui Só Tem Bafon RS), saí correndo do terminal do Cabral e peguei um taxi, e gastei doze reais nele,  sendo que o valor do ingresso era de 5 reais para estudantes.

Quando cheguei eu só tinha uma nota de cinqüenta reais, e chamaram a produtora da peça, a Jéssica Beatriz, pois a bilheteira não tinha troco. A Jéssica me deu um convite huahuah (OBRIGADÃO JÉSSICA), e ta , economizei 5 reais e fiquei mais bem humorado, já que a peça ainda não tinha começado e eu já estava triste com a possibilidade de ter perdido a viagem e de não conseguir assistir ao espetáculo (era uma quinta-feira e eu trabalho todas as noites de sexta a domingo, a peça só ficará em cartaz até este domingo dia 15 de novembro e depois a montagem só volta aos palcos no festival de teatro).

Aguardei liberarem a platéia junto do público, formado por umas dez pessoas simpáticas. Fui o primeiro a entrar, escolhi um bom lugar, um casal sentou ao meu lado e soltei uma piadinha... – Ai gente, será que sentamos todos juntos para termos um calor humano ou nos espalhamos para preenchermos o teatro? (risos).
Mas melhor do que aquilo... impossível... O teatro Espaço dois é pequenininho, todo fofo, tem um clima bem intimista, não é um problema ter uma platéia não numerosa.

O espetáculo

Pequenas Epifanias que despertam sorrisos e emocionam
Por Christiano Kubis

O espetáculo começa com a cena do Édipo cego -o prólogo comentado pelo diretor Cleber Braga na nossa entrevista - que é realmente muito boa, termina com a atriz que interpreta uma Medusa tirando parte do figurino e adereços deixando apenas a calcinha, uma camiseta da Janis Joplin e meias pretas, a partir daí inicia-se uma nova cena com um novo personagem, trata-se de um lésbica rockeirinha.

A lésbica rockeirinha é um show de interpretação, entre tragadas de cigarros, um vinil, uma pizza amanhecida e uma garrafa de uma bebida alcoólica destilada, de pileque, ela divaga sobre a sua situação degradante. Um personagem que me fez rir muito no início, graças a sua comicidade, porém também provocou um aperto no peito. Consegue comover e despertar sentimento de pena com suas crises existenciais e sua situação de lésbica caminhoneira. Nesse momento eu queria estar gravando a minha expressão fácil que foi dos risos e terminou com uma cara de cu. O tapa na cara do público é muito bem dado quando ela fala de ser cool, pseudo intelectual, cita filósofos, e chega a conclusão que tudo isso é realmente um SACO. Depois de tanto falar, lhe sobra um vaso sanitário que remete a um troféu para que ela vomite, e bem.

Existem várias cenas hilárias e ao mesmo tempo sensíveis e tocantes , como a dos quatro personagens, um em cada canto do teatro, aparentemente PIRANDO, como se estivessem em uma discussão de relação (cada qual com o seus parceiros). Entram todos falando juntos e depois cada um tem sua vez e seus devidos holofotes.

A cena de humor da loira trintona e gostosa é muito boa e também é um show de interpretação. Ela aparece envolvente em uma lingerie corselatada de rendas, com um libido a flor da pele, e é mais um tapa na cara de muita mulher que se acha gostosa por aí.

Na cena da desilusão de um garotinho de 6 anos eu também ri muito, porém me perdi e no final entendi mais ou menos, ou porque sou meio burrinho mesmo, ou porque faltou mais da minha atenção. Não consegui acompanhar o ritmo e a intensidade do texto MESMO.

Nunca imaginei que eu ficaria tão tocado após ouvir um texto tão escatológico (regado de bunda, cu e merda) como o da cena de um casal gay (mais um bom tapa na cara). Depois de um dos personagens refletir tanto sobre o cheiro da bosta que permeia o ar, lençóis sujos, e do quão nojento o sexo (anal) pode ser, seu parceiro intervém com um contrapeso, e fala de amor. Do que pode ser chamado de amor, da intimidade, e do quão prazeroso, e até mesmo bonito, tudo aquilo (que parecia nojento) pode ser.

Enfim! Uma produção simples, com um texto digno e atual e com um elenco de ouro cosmopolita! Vale a pena destacar os figurinos masculinos da Adriana Almeida (inteligente, com um cartela de cores em que predominam o cinza e o vermelho, linnnnndo), a ótima luz do Waldo Léon, que não por acaso (olha! Não Por Acaso é o nome de um filme que adoro RS) vem monopolizando a criação de luz teatral e m Curitiba desde que chegou por aqui.

O espetáculo Pequenas Epifanias realmente tem um apelo emotivo forte, é fácil nos identificarmos com os personagens, porque eles são muito verdadeiros, são personagens da realidade, assim como nós (o público). Aquela sensação de termos algo mal resolvido (de tentarmos o tempo todo, nossa situação, nossa opinião, a felicidade, a infelicidade, nossa vida regada de satisfação e insatisfação e momentos únicos, a esperança, o amor, anseios, dúvidas, experiências).

Saí mais do que satisfeito, sozinho (e feliz por estar sozinho naquele momento), pensativo, me sentindo um personagem do espetáculo com sede de ler a obra do Caio Fernando de Abreu. É para rir, se identificar e também se emocionar.

Está mais do que Rubricado :-)

Fotos contemporâneas do Jägerbus


Na falta  de câmera fotográfica, fotos celularisticas lindamente toscas, sem resolução e estouradas para você sentir o clima friendly do busão da Jagermaster na  festa 3 em 1 do Kitinete + Jägerbus + La Lupe.


Afinal fala-se tanto da tendência da precariedade nas  artes contemporâneas, então está aí... somos contemporâneos, hi-lo, supertendência huahuahuahauhu




quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Agenda festeral - JagerBus

E a Marcia Manzana, a Maçã do Kitinete Bar sempre inovando...
Vai lá tomar Jagermaster e depois se jogar no La Lupe rs... Affffffffffff você nunca bebeu? Eu lembro que eu já tomei porres homéricos desse negócio, é tipo... uma catuaba aditada para melhor huahuahuah



HOJE !!! (quinta 12/11)
A festa começa na
Kitinete,vai pro Jägerbus e depois pro La Lupe. 3 djs 2 bares e 1
busão. aeeeeee Dj Anaum Dj Jeff Bass Dj murillo degustação de
Jägermeister no ônibus passaporte da alegria à venda na Kitinete

R. Duque de Caxias 175, São Franciso, Curitiba-PR
Telefone : 41 84340314

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Rubrica entrevista: Cleber Braga

Tivemos nosso momento epifanico e entramos em contato com o diretor  teatral Cleber Braga para uma entrevista surpresa. No bate papo ele e nos conta  mais da obra do autor Caio Fernando Abreu, fala do que não pode ser dito, cita a Clarice Lispector, e  nos lembra da  efemeridade de  momentos únicos.
E é claro, fala mais do seu espetáculo Pequenas Epifanias, da equipe envolvida na produção e da coincidência de termos Caio Fernando Abreu em dose dupla nos palcos curitibanos.

Cleber Braga

 
Segundo o dicionário Michaelis, a palavra epifânia refere-se à aparição de Jesus Cristo aos gentios na pessoa dos Reis Magos que o vieram adorar. Comemorava-se esse acontecimento com a festa litúrgica da Epifânia no dia 6 de janeiro. A partir da reforma do calendário litúrgico em 1969, celebra-se no segundo domingo depois do natal.
Mas para o escritor Caior Fernando de Abreu, que inspirou o espetáculo do diretor Cleber Braga, as pequenas epifanias são mais do que isso!

O motivo da montagem do espetáculo

Rubrica: Oi Cleber, tudo bem?

Cleber Braga: Tudo bem!

Rubrica: Existem duas peças em cartaz em Curitiba, a Pequenas Epifanias e a Chiclete & Som...

Cleber Braga: Sim, ambas com o texto do Caio né?

Rubrica: Exato! Ambas com o texto do Caio! Como nós percebemos isso, gostaríamos de saber se você pode nos dar uma pequena entrevista...

Cleber Braga: Agora?

Rubrica: É

Cleber Braga: Você diz... AGORA?

Rubrica: É pode ser agora? Não sei se você está muito ocupado.

Cleber Braga: Tudo bem! Vamos lá (risos!)

Rubrica: (risos) Então vamos lá.

Cleber Braga: Pode ser (risos), claro

Rubrica: Nós queremos que você nos fale um pouco mais do espetáculo! Pequenas Epifanias na verdade é o nome de um livro, com uma coletânea de contos do Caio Fernando de Abreu publicados no jornal O Estadão. Queremos saber o motivo pelo qual você escolheu o Caio Fernando, que tem uma trajetória incrível, morou na Europa, era homossexual e soropositivo, enfim. É um escritor interessante.

Cleber Braga
: Este é um projeto antigo sabe! Eu leio Caio desde a adolescência, eu sempre tive a vontade de fazer uma montagem de textos dele, sobretudo porque... na verdade os textos dele sempre foram muito montados para teatro... Mas eu sempre tive a vontade de pegar a parte menos montada da obra dele.

O Caio Fernando é um escritor reconhecidamente emocional, ele não é um autor conceitual, a obra dele tem um apelo emotivo muito forte, e eu sempre quis trabalhar esse outro lado, esse lado menos explorado da obra dele no teatro.

Pra mim o Caio escreve sobre tudo aquilo que não pode ser dito. Por que a gente não consegue dizer, por que a gente é incapaz de dizer, por que as palavras falham, elas não dão conta de dizer, e seja por que quando conseguem dizer é de uma franqueza tão grande, que não é o tipo de coisa que a gente diga cotidianamente.

Rubrica: Uhummmm

Cleber Braga: Então, eu acho que o que me interessou nessa seleção de textos e nesse projeto, é pegar essa dimensão da obra do Caio, daquilo que não pode ser dito, mas que precisa ser dito, e por isso que a gente não desiste de tentar.

Rubrica
: Por isso que você fala da esperança na sinopse da peça,? Que esperança surge como um milagre. É nesse sentindo? De ter a esperança de falar o que... hummmm

Cleber Braga: O QUE É QUASE IMPOSSÍVEL! O que cada um – como disse a Clarice Lispector “Eu sou eu, ninguém é eu e ninguém é você, aí está a nossa solidão”. Porque é isso, a comunicação também é uma utopia, mas a gente não desiste né? (RISOS)

Rubrica
: (RISOS)

Cleber Braga: A gente tenta, tenta! Na peça os personagens estão o tempo todo tentando, estabelecer algum nível de comunicação. 

Pequenas Epifanias, o nome do espetáculo

Cleber Braga
: O nome da peça é Pequenas Epifanias, mas é só uma referencia, porque na verdade não tem nenhum texto desse livro que você citou, por exemplo.

Rubrica
: Haaaaaaaaa ta, nossa, nós fomos pelo lado mais fácil e óbvio (risos). Imaginamos que você tinha se utilizado de alguns contos do livro.

Cleber Braga
: Nesse livro tem uma crônica em que ele fala do que seriam essas pequenas epifanias. Para ele são esses momentos em que a gente, por um instante, parece entender alguma coisa. São instantes da nossa vida, em que alguma coisa se completa, e que são super efêmeros, e às vezes você comemora esse instante, em que alguma coisa faz sentido para você, em que alguma coisa se completou... Um amor, uma compreensão de vida.

Rubrica: Olha só... Valores efêmeros possuem começo, meio e fim e são super rápidos!

Cleber Braga: É, e muitas vezes são só aquilo ali, foi um momento em que você entendeu alguma coisa, mas esse momento você leva contigo, são momentos muito marcantes, são frágeis... São momentos marcantes mesmo. Então eu acho que todos os personagens da peça -os textos que nós selecionamos- possuem um momento em que eles compreendem alguma coisa! É como se cada um deles, tivesse uma pequena epifania, em cada cena sabe. Por isso também a escolha desse título para a peça.

O espetáculo e os envolvidos



Rubrica: E os pontos altos da peça? você como diretor pode nos adiantar algo? Tenho uma amiga que assistiu e já me adiantou que o Luis Bertazzo está hilário interpretando um menino de 6 anos!

Cleber Braga: O Luiz é um excelente ator, ele consegue compreender bem essa dimensão. No final da peça tem um texto que é um dos mais fortes e pungentes, um texto que eu sempre gostei e quis muito fazer, eu nunca tinha visto montado e de fato o Luiz está muito bem, mas peça passa por vários lugares...

Então! Tem uma cena de humor engraçadíssima de uma loira trintona e gostosa, que se diz trintona e gostosa. Tem essa primeira desilusão de um garotinho de 6 anos que você citou.

Tem uma cena interessante de uma ex militante política que vira funcionária de uma multinacional no anos oitenta (Essa parte é interessante porque o Caio consegue falar de um período histórico, de um Brasil pós ditadura, sobre o que é viver depois de uma utopia de um mundo melhor, e de repente cair em uma realidade de um capitalismo, de uma praticidade, de uma falta de sonho nos anos oitenta. Mas ele (O Caio) faz isso através da visão do personagem, então é legal isso, ele sempre consegue humanizar essas questões.

E tem um prólogo, começa com o Édipo cego, procurando se alguém viu aonde ele amarrou o cavalo, que é super cômico. É um prólogo, pois todos os personagens, depois desse, estão todos querendo saber onde amarraram o seu cavalo (risos)

Rubrica: (risos), o prólogo meio que, resume

Cleber Braga
: é ele meio que resume

Rubrica: Percebemos que temos alguns conhecidos no espetáculo, o André coelho está de designer gráfico, o Bira de cenotécnico, o Rapha Rocha no elenco. Nos parece uma boa equipe.

Cleber Braga: São bons parceiros sabe! Eu queria trabalhar com pessoas que tivessem a capacidade de sentir e entender o espetáculo! O Caio foi tão sincero na obra dele, que eu não queria trair essa sinceridade, fazendo algo menor.

Caio Fernando Abreu em dose dupla?

Rubrica: A última pergunta! Você chegou a assistir o espetáculo Chiclete & Som? Você conhece a Nina Rosa Sá, que é a diretora do espetáculo? Vocês são amigos?

Cleber Braga: Claro! Eu os conheço, conheço a Uyara Torrente, demos entrevista juntos para a televisão esses dias. Conheço o Pablito Kucar! Eu conheço as pessoas da equipe.

Eu acho ótimo,  as duas peças estarem em cartaz, isso para mim só mostra como a obra do Caio é urgente nos dias de hoje sabe? O quanto faz sentido, na verdade, a obra dele nos dias de hoje, então eu acho ÓTIMO. Assim que eu sair de cartaz eu irei vê-los.

Rubrica: E foi coincidência as duas peças entrarem em cartaz simultaneamente?

Cleber Braga: Foi uma coincidência!

Rubrica: Pois é, ambas as peças foram feitas por projetos de leis de incentivo.

Cleber Braga
: É o deles foi pela Funarte (Fundação Nacional das Artes), e o nosso foi pelo mecenato de Curitiba mesmo. O projeto do Pequenas Epifanias é super antigo, que eu tinha meio que... engavetado. Depois de muito tempo em parceria com a Jéssica Beatriz que é produtora, resolvemos montá-lo. Então foi uma coincidência mesmo.

Rubrica: Poxa, valeu pela entrevista, com certeza assistiremos ao espetáculo.

Cleber Braga: Haaaaaa por favor,  obrigado e apareçam no espetáculo.

Rubrica: Nós somos interessadíssimos pela área cultural, e o que nos despertou interesse é o fato dos dois espetáculos inspirados no mesmo autor estarem em cartaz ao mesmo tempo!

Cleber Braga
: Ao mesmo tempo com estréia no mesmo dia né?

Rubrica:
É, com um autor tão interessante, ambas merecem mais atenção.

Cleber Braga: Legal!

Rubrica: Legal, mais uma vez obrigado pela entrevista.

Cleber Braga
: Nos vemos!

Rubrica:
Tchau, tchau

Cleber Braga: Tchau, tchau


O Cleber foi muito simpático e atencioso e entrou para a lista très chic do Rubrica rs

Coco Cocoon Lily Allen

Minha gente! A Coco Chanel deve estar se retorcendo no túmulo, porque não conseguimos mais parar de falar dela ou da marca rs. Daqui a pouco, mudaremos o nome do blog!

Haaaaaaaa mas confesso que me empolguei mesmo .. É filme, é Audreu Tautou, é Vogue, e agora a fofa da Lily Allen...
Já faz um tempo que eu me acabo de dançar quando tocam o hit Not Fair por aí, eu já adorava a música e acho que a Lily está supermusa no clipe, que já entrou para a minha lista de music videos that i never get tired of watching.


E a Lily estrelou a campanha Coco Cocoon, que traz uma linha da Chanel mais variada, jovem e com uma pegada mais hi-tech.


Não ficou uma gracinha com esse ar de boneca de luxo a la Audrey Hepburn?


Mas o melhor de tudo, foi a Coco Cocoon Lily Allen aparecer de surpresa, radiante, entre fenos e modelos, no meio do desfile do verão 2010 da Chanel. Nós chupamos o vídeo de um bloco do GNT Fashion da semana passada, pois a Lilian Pacce é três chic e estava presente no evento. O vídeo começa falando do filme que tanto citamos por aqui, e termina com o desfile.


Não se satisfez? Então veja mais do desfile... Repleto de transparências, vestidinhos mais curtos e estruturados, maior volume no quadril, em um clima de fazenda de luxo.  E se o seu affair atual não te faz gritar, cante e dance a Not Fair e desfile de Chanel por aí, para não perder o bom humor :-)

Inauguração da Galeria Lúdica

Domingo (15/11) o coletivo Galeria Lúdica se junta aos novos criadores do bairro do São Francisco. A inauguração começa às 13h na Rua Duque de Caxias uma quadra para baixo do Torto Bar.

E fica a dica, o festerê  na rua é superaberto!

14 às 15h - Abertura: Felix Bravo | www.myspace.com/felixbravo
15h às 16h – MC Sandra Carraro | www.youtube.com/watch?v=mFypLKuAJLI
16h às 17:30h  - Database | www.myspace.com/databasetrax
17:30h às 19h – Cambalacho Crew | www.youtube.com/user/cambalachocrew



www.twitter.com/GaleriaLudica

Não percam
Essa eu assino em baixo!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Agenda Teatral - Com Caio Fernando Abreu em dose dupla

Não gosta de teatro? Talvez você tenha assistido aos espetáculos errados... Confira nossas apostas e depois no conte o que achou!

Manson Superstar
www.vigormortis.com.br
________________________

quinta, 19 de novembro de 2009 às 21:00
domingo, 20 de dezembro de 2009 às 19:00
Teatro Novelas Curitibanas
Rua Carlos Cavalcanti,1222 São Francisco Telefone: (41)3213-7525
Direção Paulo Biscaia Filho
Direção Musical :Gilson Fukushima
Produção : Tânia Araujo
Iluminação : Wagner Correa
Cenário e Figurinos: Paulo Vinicius
Adereços:Thiago Di Giovanni
Arte do Cartaz: José Aguiar

Estrelando:
Andrew Knoll - Charles Manson
Leandro Daniel Colombo - Roman Polanski
Carolina Fauquemont - Sharon Tate
Wagner Correa -Jay Sebring
Michelle Pucci -Leslie van houten
Marco Novack - Tex Watson
Rafaella Marques- Susan Atkins
Ana Clara Fischer -Patricia Krenwinkel

Ingresso : Uma lata de leite em pó
impróprio para menores de 18 anos


Manson Superstar (Teaser) from Paulo Biscaia Filho on Vimeo.

Chiclete & Som 



Teatro Universitário de Curitiba (TUC)
Galeria Júlio Moreira
Travessa Nestor de Castro, 0
Centro - Curitiba
Telefone:(41) 3321-3312

Horário(s):  De 11/11 a 27/11/2009 - Quarta, quinta e sexta, às 20h
Preço(s): R$ 10 e R$ 5. Na quarta-feira, ingresso promocional de R$ 3



Elenco: Paulo Vinícius , Rúbia Romani, Uyara Torrente e Pablito Kucarz
Direção:Nina Rosa Sá
Grupo: Teatro de Breque
Produção: Pablito Kucarz
Texto: Caio Fernando Abreu
Classificação14 anos

O espetáculo Chiclete&Som questiona vários fatores sobre o amor como a sua origem, qual é o som que o preenche, qual é a sua linguagem, qual o cheiro e se a violência também é uma forma de amor. A peça faz um recorte da obra ficcional de um dos mais importantes escritores do Brasil, o gaúcho Caio Fernando Abreu, e leva ao palco todas as inquietações sobre o tema dos atores Pablito Kucarz, Uyara Torrente, Rúbia Romani e Paulo Vinícius, com a direção de Nina Rosa Sá. O grande diferencial da peça está na estrutura. A releitura mescla várias coisas para o mais variado tipo de público.

Sobre o autor
Caio Fernando nasceu em 1948 e colaborou como jornalista para alguns dos principais jornais e revistas do país. O tema mais recorrente de sua obra é o amor e como ele pode ser destrutivo. O espetáculo foi contemplado com um dos mais importantes fomentos de teatro do país: o Prêmio Myrian Muniz de Teatro concedido pelo Ministério da Cultura através da Funarte (Fundação Nacional das Artes).

Sobre o Grupo Teatro de Breque
Relativamente novo no cenário teatral curitibano, o Teatro de Breque nasceu do interesse comum de seus colaboradores em experimentar processos de criação colaborativos e autorais. Para Pablito Kucarz, integrante-fundador do grupo, o trabalho da Cia. é misturar profissionais de diversas áreas além de artistas de variadas cia da cidade.

Pequenas Epifanias

Espaço Dois Casa de Artes
Rua Comendador Macedo, 431
Centro - Curitiba
Telefone:(41)3362-6224

Horário(s):  De 11/11 a 15/11/2009 - De quarta a sábado, às 21h; Domingo, às 19h
Preço(s): R$ 10 e R$ 5 (meia)

Adaptação: Caio Fernando Abreu
Companhia: Cia. Cosmopolita
Direção Artística: Cleber Braga
Elenco: Fábiola Werlang, Karina Pereira, Luis Bertazzo e Rapha Rocha
Figurinos: Adriana Almeida
Fotografia: Emannuel Peixer
Iluminação: Waldo Léon
Sonoplastia: Cleber Braga

Pequenas Epifanias é um espetáculo baseado nos textos de Caio Fernando Abreu realizado pela Cia Cosmopolita, em parceria com a Cia Elenco de Ouro. A montagem retrata alguns momentos da obra do escritor gaúcho, morto em 1996. O espetáculo traça um retrato da falta de comunicação, solidão e incredulidade de personagens urbanas, mas permeado por imprevisíveis gestos de esperança e fé.

Segundo o diretor Cleber Braga, a peça aponta para uma direção menos explorada da obra de Caio, que vem recebendo diferentes montagens de seus textos para teatro. Assim, memórias sentimentais de um menino de seis anos se cruzam com o discurso tragicômico de uma ex-militante política, estabelecendo um clima onírico em que fragmentos de histórias, de relatos pessoais, se cruzam e constroem uma narrativa pautada por situações limite, onde a esperança surge como milagre.

Sobre o escritor Caio Fernando
Jornalista, escritor e apontado como um dos expoentes de sua geração, suas obras falam de sexo, medo, morte e da angustiante solidão. Cursou Letras e Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas abandonou ambos para escrever para revistas de entretenimento, como Nova, Manchete, Veja e Pop. Em 1968, foi perseguido pelo DOPS - Departamento de Ordem Política e Social. No início dos anos 70, exilou-se por um ano na Europa, passando por países como Inglaterra, Suécia, França, Países Baixos e Espanha.

Ficha técnica:
Assistente de Sonoplastia: Clarissa
Cenotécnico: Bira
Operação de Luz: Michele Lomba
Contra-Regra: Iury
Captação de recursos: Trento Comunicação Integrada
Design Gráfico: André Coelho
Consultoria de comunicação: Ana Hupfer
Videomaker: Allan Raffo
Parceria: Cia. Elenco de Ouro
Produtora Executiva: Jéssica Beatriz

Agenda Festeral

Dance & Balance


Bardot em Coma



Vive La Musique

Vive La Musique Ed.12 @ Camden Club - Curitiba

http://www.vivelamusique.com.br

Atração confirmada: MOTTORAMA (SC) - www.myspace.com/mottorama

A banda catarinense Mottorama é formada pela dupla de músicos Ale Franco (voz, sintetizadores, pads e samples) e Jean Gengnagel (programações, sintetizadores, vocoder e guitarra). Com cerca de 70 quilos de equipamentos, misturam batidas de electro fundidas ao rock orgânico, utilizando nas apresentações ao vivo os softwares Live e Reason, mais dois controladores MIDI, guitarra, vocoder/synth microkorg, pedais de guitarra como processadores de efeito e voz, muitos synths virtuais, um computador e bateria eletrônica – tudo ligado à mesa de som, na qual eles fazem as mixagens sonoras.

DATA:
13 novembro 2009

VALORES:
Até 00:30 - R$ 8
Após 00:30 - R$ 12

COM NOME NA LISTA ATÉ 02:00hs - R$ 8
mande seu nome diretamente em: http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dGh4QU00VnpYREJkRzV4MHVicWRyOFE6MA


Neste dia será o lançamento oficial do BLOG do fotógrafo da festa, Eduardo Freneda: www.leduxcwb.wordpress.com, tendo das 23:00 até 01:00 um cocktail do BLOG com petiscos, gelatina atômica e VODKA DOUBLE.

Fashion Dolls

DIA 12 DE NOVEMBRO, A FESTA FASHION DOLLS. A MAIS PRODUZIDA DO ANO! AGUARDEM!!! UMA SUPER-PRODUÇÃO VICTOR SÁLVARO. NA TWIGA. APOIO: Paulo Cibin Fotografia, Staff Models, Bumerang Brinquedos, UNIK Melissa, Mattel - Barbie, Mini Preço, Perverts Visuals, Side Café, M5 Comunicação, Lolitas Salon de Coiffure .......... FOTOS ......... Style e Beauty: Victor Sálvaro - Fotos: Paulo Cibin

Vogue Brasil- Novembro

E a capa da Vogue Brasil deste mês é com a Flavia Oliveira da Ford Models. O editorial da capa é navy no último,inspirado pelo tema da vez que é... Chanel (Nossa até parece que estávamos prevendo rs), que tanto falamos por aqui! Mariner chic, listras, náutico urbano, Chanel tour, Chanel para jovens, e o FILME em que a mademouselle é interpretada por Audrey Tautou .
Também tem Lady Gaga, tem blogueira fashionista que arrasa em NY com 13 anos de idade, e faxina fashion com a Fernanda Tavares...


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Adeus, Lenin!


Hoje a Alemanha comemora os 20 anos da queda do Muro de Berlim, que se tornou super cool né? Teve um boom cultural que envolve a moda, música, artes visuais e cinema... Realmente capital da boemia e das artes.
Então fica a dica Rubrica de filme!  Movies that i never get tired of watching: Adeus, Lenin!
Por quê?
O filme é encantador, é sensível, e bem humorado, e a leveza com que o personagem Alexander tenta criar uma nova realidade é no mínimo, curiosa. Um filme informativo- que aborda a queda do Muro de Berlim, Alemanha oriental x Alemanha ocidental, capitalismo x socialismo- com um roteiro original.   Preste a atenção na fotografia , e na trilha sonora de Yann Tiersen que sempre arraza, e ainda tem a atuação do Daniel Bruhl (que já fez Edukators, um ótimo filme também), que está no elenco do novo filme do Tarantino (Bastardos e Ingloriosos). O Daniel é todo cool, politizado e um galã cult do cinema alemão... 
Em 1989, pouco antes da queda do muro de Berlim, a Sra. Kerner (Katrin Sab) passa mal, entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander (Daniel Brühl), temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor de vídeos.

Inauguração Galeria Lúdica!

Aproveitando (ainda) a idéia que a união faz a força:
Neste fim de semana o coletivo Galeria Lúdica inaugura a mais nova morada da arte, moda e do design em Curitiba.
Com Database e Felix Bravo no lineup a inauguração é domingo, dia 15 de novembro a partir das 13h, na Rua Inácio Lustosa esquina com Duque de Caxias.

Copacaba Club -Just Do It - Video

O videoclipe da semana é supercuritibano, não é novidade mas vale o post aproveitando a idéia de que a  união faz a força!
Banzai Studio + Coletivo AtAlho + Copacabana Club = Just Do It




Dirigido por: Thales.Banzai / Fernando Nogari
Produzido por: Banzai Studio
Com Participação de: Coletivo AtAlho
Diretor de Fotografia: Ricardo E. Machado
Roteiro: Thales.Banzai / Fernando Nogari
Câmera: Edison Ieri, Ricardo Machado
Produção Executiva: Karla Fragoso, Alberth Murta, Mayra Quadros, Thales Quadros
Direção de Arte: André Azevedo, Fernando Nogari
Técnico em Stop Motion: Eli Firmeza
Stop Motion First Gaffer: Carol Fernandes
Colorização e Rotoscopia (Stop Motion): Eli Firmeza, Camila Cornelsen
Modelos: Michelle Ruiva Rodrigues; Felipe Butzke; Talita (Ford Models PR)
Cenografia: André Azevedo, Mayra Quadros
Cenotécnico: Samuel Saldanha
Produção de Moda: Karla Fragoso
Styling: André Azevedo
Maquiagem: Thiago Straub
Edição: Thales.Banzai
Making Of: Sergio Twardowski
Finalização: Thales.Banzai / Fernando Nogari
Catering: Mayra Quadros, Jeanete Quadros
Operador Mesa de Luz: Samuel
Maquinista / Eletricista: Jojó
Best Boy: Kelvin
Camareira: Eloá
Contra-Regra: Ney Ravaneli (Fotofabrica)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Verde que te quero!

Meu limão meu limoeiro, meu pé, meu pé de jacarandá...

Verde lembra minha infância,lembra também minha cidade (em tese),o frescor, a juventude, o meio-ambiente, e um monte de outras coisas boas. Por isso resolvi fazer este post em homenagem ao verde!


Vestido Neon, São Paulo Fashion Week
a cor do verão europeu, e do brasileiro também


Look de Muhammad Shamin Sahrum, from London, in Lookbook


Look de Flavia Desgranges Van Der Linden, from Brazil (uma as top hypes brasileiras de lookbok)






Desculpa pela obviedade: O cobiçado esmalte Jade, da Channel.
Se no seu país a média de preço de um esmalte vai de 2 a 15 reais e você não está disposta a pagar mais que isso num tubinho fica a dica:

Risqué menta + Pétala branca Colorama = 4 reais
O efeito é o mesmo.

Green lifestyle

O verde não é só uma tendência de roupa, de esmalte, é uma atitude.
De quem quer mais ecologia, mais saúde. Por isso a moda verde inclui outras cores e outros acessórios: As ecobags, as garrafas de metal em substituição às de plástico, a soja em substituição a carne, as canecas dobráveis em substituição aos copos plásticos e é claro a bicileta em substituição aos automóveis.


Ecobag from Dagmara R. from Poland for Lookbook


A cyclechic Débora Mello from Brazil for Lookbook

Mais sobre estilo verde em:
Viver Bem
Curitiba Cycle Chic